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TRABALHADORA REINTEGRADA POR ORDEM DO TRIBUNAL VOLTA A SER DESPEDIDA

A CGTP vai levar a Justiça o despedimento de uma trabalhadora de uma corticeira de Santa Maria da Feira. A empresa foi multada em 31 mil euros por assédio moral a funcionária e obrigada a reintegrar a trabalhadora. Mas acusa agora a trabalhadora de difamação e de propaganda sindical.

A Justiça obrigou à reintegração e depois disso, a trabalhadora denunciou  castigos e assédio moral. Isto porque terá estado todo o verão a carregar e descarregar os mesmos sacos de uma palete.

Apesar de reintegrada por decisão do Tribunal, a trabalhadora  estava suspensa de funções desde o final de novembro.  No dia 10 deste mês, foi formalmente despedida da empresa  e não tem meio de sustento. Ao lado da trabalhadora, está o Sindicato dos Operários Corticeiros do Norte, as estruturas sindicais de Aveiro, e a CGTP, que prometem luta.

Em comunicado, a corticeira Fernando Couto Cortiças fala de mero intuito de propaganda sindical. A empresa diz que se trata de uma atitude de pré-julgamento em praça pública, mesmo depois de ter sido condenada em Tribunal e multada pela ACT em 31 mil euros.

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