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OPINIÃO/CRUZEIRO: POR UM PUNHADO DE LINHAS

Por um punhado de linhas 

Em jeito de inicio, os meus / nossos parabéns, à vila da Ramada que celebrou o seu décimo oitavo aniversário no passado dia 19 deste mês.

Da não marcação de uma sessão solene, que trocada, era para ser por um evento simbólico, que acaba por nem acontecer, devido a ter sido decretado luto nacional. 

Acabamos, por nem nas redes sociais, oficiais, haver um simples parabéns…Nada.

Sobre este tema, avançarei outras ideias após a assembleia de freguesia que vai acontecer bem perto do final deste mês.

PARABÉNS RAMADA!!!!

Faltou a gasolina e o gasóleo em todo o território nacional.

Pré-aviso de greve entregue em 1 de Abril,em que devem ter achado, que seria uma partida própria da data. Deram conta, quando o caos se instalou.

Este evento demonstrou várias facetas do Português.

Uma delas, a dependência que temos das energias não renováveis, neste caso do petróleo.

Ficou mostrada a falta de alternativas e de soluções, para a escassez do produto final,que ainda coloca todo o mundo em movimento.

Outra, foi a ganância, O pensar apenas em si e não se preocupar com os outros.

Se houvesse algum bocadinho de razão em muitas e muitos dos condutores, a falta de combustível em apenas algumas horas, poderia não ter acontecido. 

Um pouco de razoabilidade e de pensar no próximo e esta crise, poderia ter sido minorada, ou até mesmo evitada.

Só com o uso de algo que não custa dinheiro algum. Bom senso…

Em Odivelas, as filas foram intermináveis, postos vazios e secos.

Suprimiram-se autocarros. O dia a dia de todos e todas complicou-se e de que forma…Apenas, faltou bom senso. 

Bom senso e ouvir João Matos Fernandes, o ministro do Ambiente e da Transição Energética, ao dizer que “não podemos voltar as costas ao futuro”.

Ou as suas preocupações com o futuro valor das viaturas a diesel, num futuro próximo. 

Ninguém o ouviu, nem aqui em Odivelas, nem em lado nenhum. 

Em Odivelas, é uma dicotomia engraçada.

Foram “adquiridas” em regime de alugueres operacionais, novas viaturas. 

Nenhuma delas , teve qualquer preocupação ecológica, ou que fosse movida de uma energia alternativa, continuando a nossa dependência de combustíveis fosseis. 

Mas, se no caso da “aquisição” das viaturas, não ouviram o senhor ministro, já em relação ao Metro, as palavras dele, são quase sagradas…

Sagradas as afirmações, que o senhor ministro veio fazer a Odivelas, em relação à continuidade da linha amarela, como a conhecemos hoje… 

Em qualquer dos casos, fez falta ponderação e não apenas pensar em beneficio próprio.

E para esta semana, é o que consegui arranjar. Mas ainda a pensar, sempre, num outro tema, que a todas e todos deveria ser motivo de preocupação. 

O resultado da consulta pública,online, do Mosteiro…Mas a este tema, voltarei, a seu tempo.

Rui Santos

 

 

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