ODIVELAS REGRESSA AO ESTADO DE CALAMIDADE

CDU LOURES NÃO SE CONFORMA COM FALTA DE DIÁLOGO DO GOVERNO SOBRE OS APOIOS ÁS IPSS DO CONCELHO
1 Julho, 2020
MÚSICA AO VIVO VOLTA À MALAPOSTA NO SÁBADO 4 DE JULHO
1 Julho, 2020

ODIVELAS REGRESSA AO ESTADO DE CALAMIDADE

Odivelas 1 Julho 2020 – País entra em estado de alerta. Mas, com o ritmo acelerado de crescimento de novos casos, todas as freguesias de Odivelas, fazem parte do território de cinco concelhos da Área Metropolitana de Lisboa, onde foi decretado a situação de calamidade e a cujos habitantes é pedido que se mantenham em confinamento em casa, evitando sair à rua, exceto para deslocações em trabalho ou compras.

Numa reunião com os autarcas de Lisboa, Sintra, Amadora, Odivelas e Loures, António Costa, declarou que o núcleo do problema de novos contágios de covid-19 “centra-se em 15 freguesias do conjunto destes concelhos”, que serão sujeitas a novas medidas de confinamento que entraram em vigor às zero horas de desta terça-feira.

Enquanto o resto do país, desce um degrau nas medidas anti covid-19 e passa para a situação de alerta, uma parte da Área Metropolitana de Lisboa volta ao estado de calamidade (onde se inclui Odivelas) a outra permanece em estado de contingência, com ajuntamentos limitados a 10 pessoas e encerramento às 20h de todos os estabelecimentos comerciais, com exceção dos restaurantes, que encerram às 23h, e dos supermercados, que podem estar abertos até às 22h, mas sem venda de álcool.

“Ao longo desta semana, serão adotadas as metodologias que permitam libertar os profissionais da saúde pública das visitas domiciliárias e, por outro lado, articular melhor saúde pública, saúde comunitária, proteção civil municipal e segurança social, tendo em vista reforçar significativamente as visitas domiciliárias a quem está sob confinamento domiciliário ou em regime de vigilância domiciliária”, declarou o primeiro-ministro.

A região de Lisboa e Vale do Tejo, onde se tem registado o maior número de surtos, a pandemia de covid-19 atingiu os 16.926 casos confirmados, mais 164 do que no domingo, o que corresponde a 63 % dos novos contágios.

No entanto por outras paragens, na Europa, os Checos. dizem “adeus” à Covid-19 em festa com centenas de pessoas, música, comida, bebida em convívio e reservaram o centro da cidade de Praga na passada terça-feira para celebrar a vida.

Uma mesa de 500 metros foi montada sobre a ponte Charles e os habitantes de Praga foram convidados a partilhar comida e bebida trazidas de casa.

“Queremos comemorar o fim da crise do coronavírus, deixando as pessoas encontrarem-se e mostrarem que não têm medo de se encontrar, que não têm medo de partilhar uma sanduíche com o vizinho”, explicou o organizador do evento, Ondrej Kobza.

Recordamos que a republica Checa foi um dos primeiros países a adotar medidas rigorosas de controlo da pandemia, tais como, o uso obrigatório da máscara para todos os habitantes que saíssem á rua.

Enquanto por cá, a DGS,  dizia que o uso de máscara era contraproducente e não recomendado, os checos protegiam-se. Pelo nosso burgo também há, quem pensou e talvez continue a pensar que, não é necessário a distribuição maciça de máscaras à população. Essa talvez seja a grande diferença por que os checos hoje dançam na rua a celebrar a vida enquanto por cá, … voltamos ao confinamento mais restrito, com medo de a perder!

Os comentários estão fechados.