FÁTIMA “MESMO COM AS PESSOAS EM CASA É VIVIDO EM ESPÍRITO DE PEREGRINAÇÃO”.
13 Maio, 2020
ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE ODIVELAS TEM DIA 22 DE MAIO ÁS 14:00 2º SESSÃO ORDINÁRIA
14 Maio, 2020

NESTE DIA ACONTECEU…

 

 

No dia 13 de Maio de 1699 – Nasceu em Lisboa, Sebastião José de Carvalho e Melo, Conde de Oeiras, Marquês de Pombal, proprietário, diplomata em Viena e Londres, político déspota esclarecido, estadista e reformador, marcou a sua época, em 16/3/1759 expulsou os jesuítas e em 28/6 as suas escolas, em 13/5/1759 fundou em Lisboa a Aula de Comércio; em 16/6/1760 ordenou ao Núncio Apostólico para abandonar Lisboa num dia e Portugal em quatro; em 6/7/1772 publicou a Lei da Instrução Primária;

Em 25/3/1773 declarou livres e iguais, os judeus e mouros nascidos em Portugal; em 24/1/1777 ordenou um incêndio no bairro dos pescadores da Trafaria, executado por Pina Manique, por ser um alegado esconderijo de marginais que fugiam da guerra. Devem–se–lhe ainda, a criação da impressão  e do erário régio, a lei da boa razão, a reconstrução de Lisboa após o terramoto de 1755 e profundas reformas na agricultura, comércio, indústria e política ultramarina. Em 13/3/1777 a Rainha D. Maria I, que sucedeu ao Rei D. José I, afastou–o da Corte e em 23/5/1777 desterrou–o para Pombal, posteriormente perdoado.

Nunca se provou a sua condição de maçon, a ter sido iniciado foi–o provavelmente em Londres entre 1738/44, onde foi sócio da Royal Society, durante o seu governo protegeu a maçonaria, ou em Viena, entre 1745/9. Pierre–Yves Beaurepaire escreveu que “nós encontrámos a pista da filiação de Henri–Joseph Carvalho e Melo, chefe do Conselho de Sua Majestade o rei de Portugal, na muito jovem Loja Réunion des Étrangers, em 1786, de Paris”, em Viena, acamaradou com maçons conhecidos (Manuel Teles da Silva, duque e príncipe de Silva Tarouca), sugerindo–se que tivesse visitado a Loge Aux Trois Canons.

O historiador A. H. Oliveira Marques, concluiu que “a entrada de Pombal na Maçonaria permitiria explicar melhor, para além dos argumentos expostos, a ausência de perseguições durante todo o seu governo e a tolerância plena que demonstrou para com maçons confessos, guindando–se aos mais altos cargos e favorecendo–os com a sua proteção declarada. E ajudaria a explicar também a profusão de símbolos maçónicos ou maçonizantes, espalhados pelas várias formas artísticas, durante o tempo do seu comando”.

Considerado patrono da maçonaria, foi por ela lembrado nos dois centenários, na trasladação das suas cinzas e na construção do monumento que o povo lhe dedicou em Lisboa. Faleceu em 8/5/1782.

Os comentários estão fechados.