ESTADO DO MUNICÍPIO: O QUE NINGUÉM PRECISAVA DE OUVIR

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ESTADO DO MUNICÍPIO: O QUE NINGUÉM PRECISAVA DE OUVIR

Na última Sessão Plenária da Assembleia Municipal, destinada a discutir o Estado do Município, vários deputados municipais travaram-se de razões e ultrapassaram as marcas daquilo que seria razoável e aceitável, chegando mesmo à ofensa.

De tudo o que ninguém precisa ouvir numa Sessão Plenária da Assembleia Municipal deixamos aqui um excerto. Tudo começou com a intervenção inicial do líder da bancada do Partido Socialista.

A deputada independente Lúcia Lemos não gostou e respondeu usando a figura da Defensa da Honra.

Miguel Cabrita, presidente da Assembleia Municipal, viu-se obrigado a intervir.

António Ramos também usou a figura da Defesa da Honra para nova intervenção, que veio ainda a piorar mais o ambiente, acusando a deputada municipal de loucura, o que motivou o abandono da sala pelos deputados da CDU e do BE

A resposta da deputada municipal não se fez esperar, através de um protesto lavrado para a Ata.

 

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