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CDS/ODIVELAS VISITOU USF CRUZEIRO

A Comissão Política Concelhia de Odivelas do CDS-PP visitou ontem e USF Cruzeiro, instalada no novo edifício do Centro de Saúde de Odivelas e à UCSP Odivelas, que funciona no antigo Centro de Saúde de Odivelas.
A visita contou a com a presença da deputada à Assembleia da República, Ana Rita Bessa e destinou-se a  fazer a uma análise entre duas realidades distintas da Saúde em Odivelas.
Em Nota de Imprensa o CDS/Odivelas refere que “Relativamente à USF Cruzeiro a funcionar desde 21 de Dezembro nas atuais instalações no novo edifício do CS Odivelas, mas apenas inaugurado a 11 de Março pelo Sr. Primeiro- Minsitro e pela Sr.ª Ministra da Saúde, o referido equipamento de saúde opera com 7 médicos, 8 enfermeiros e 5 assistentes técnicos para um total de 18 mil utentes, evidenciando já carências ao nível do número de assistentes técnicos” e em relação à USCP acrescenta que “a funcionar há mais de quatro décadas ininterruptamente desde as antigas instalações na Rua dos Bombeiros Voluntários, o referido equipamento de saúde opera com 9 médicos, 7 enfermeiros, 5 assistentes técnicos para um total de 41 mil utentes, o que resulta numa média de 1600 utentes por médico de família atribuído”.
Os centristas de Odivelas recordam ainda que, “todos os utentes sem médico de família atribuído no Concelho, estimados em aproximadamente 18 mil, só podem ser atentidos na UCSP Odivelas, o gera naturalmente um estrangulamento no atendimento para consultas médicas neste equipamento de saúde” e concluem considerando que “por um lado o Governo esforça-se em demonstrar que tudo funciona sem problemas na Saúde apesar das cativações nesta área (…)  Por outro lado, a realidade desmente categoricamente o Governo, quando na mesma Avenida em Odivelas uma USF ainda antes de ser inaugurada tinha já problemas de funcionamento do sistema informático e continua a funcionar sem ar condicionado, e do outro lado da rua, uma UCSP está a colapsar devido ao elevado de número de utentes a que tem de dar resposta, impossibilitada de o fazer por falta de meios humanos, técnicos e por um edifício obsoleto e exíguo face às necessidades dos utentes cujo número não pára de aumentar em Odivelas.”

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