BE QUER UMA EFETIVA DISCUSSÃO PÚBLICA SOBRE O FUTURO DO MOSTEIRO

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BE QUER UMA EFETIVA DISCUSSÃO PÚBLICA SOBRE O FUTURO DO MOSTEIRO

A concelhia de Odivelas do Bloco de Esquerda considera que a passagem do Mosteiro de São Dinis e São Bernardo para a esfera municipal foi uma solução positiva para a defesa e valorização do património cultural mais valioso de Odivelas.

Recordando que apesar de ainda faltar a autorização do Tribunal de Contas para a concretização transferência, é urgente iniciar um debate público sobre o futuro daquele espaço dessa forma e travar a sua degradação.

O Bloco de Esquerda há muito que exige um processo de discussão pública, sem preconceitos e pré-determinismos, alargado a todas e todos os cidadãos e envolvendo especialistas e lembra que, “a pré-campanha para as eleições autárquicas de 2017, Hugo Martins aderiu a essa ideia e assumiu o compromisso de promover esse debate

No entanto, a concelhia de Odivelas do Bloco de Esquerda constata que dois meses depois da Assembleia Municipal de Odivelas  ter aprovado a cedência do equipamento ao município e de apenas ter existido uma sessão extraordinária da AMO para abordar essa questão, ainda não são conhecidos os moldes do debate público que a autarquia irá promover.

Para o BE “a discussão pública em torno do futuro do Mosteiro de Odivelas e dos seus terrenos tem que ser um processo amplo, participado e transparente. Está na hora do executivo municipal divulgar os moldes desse processo e iniciar essa discussão alargada e descentralizada.” e exige que “a maioria PS na Câmara Municipal cumpra o compromisso com o debate público sobre esta questão”.

No comunicado enviado à redação da RÁDIO CRUZEIRO, o Bloco de Esquerda termina com uma nota onde entende que ” o debate deve ser alargado ao que fazer a outros espaços. Há mais de dez anos que propomos essa discussão, com a anuência de outras bancadas da AMO e sempre com a aceitação quer da anterior quer do atual presidente do município. O concelho deve ter uma política alargada e integrada de aproveitamento de outros equipamentos, como as ruínas no Sr. Roubado/Vale do Forno, a Qtª do Espírito-Santo/Qtª do Espanhol, a Malaposta assim que recuperada para a esfera pública, o Auditório da Póvoa, a Fonte das Piçarras ou Posto de Comando do MFA e não de decisões avulsas e inconsequentes. Uma visão de futuro, integrada e complementar é o que o concelho necessita! Perspetiva essa, construída de forma democrática, ou seja, debatida, efetiva e realmente por todas e todos os que vivem e trabalham em Odivelas.

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